Burnt Peanut: a skin secreta do Passe de Fortnite Runners
O Burnt Peanut está escondido no Passe de Batalha do Capítulo 7 Temporada 3 e só se desbloqueia com muita sorte a abrir baús. Explicamos as probabilidades e o que tens de fazer.

O Burnt Peanut é provavelmente a adição mais estranha de Fortnite Runners. Faz parte do Passe de Batalha do Capítulo 7 Temporada 3, mas não se desbloqueia com missões nem aparece à venda na Loja de Itens. Tens de o caçar dentro do Battle Royale, e a probabilidade é baixíssima.
Como conseguir o Burnt Peanut
O truque é encontrar o Sprite TheBurntPeanut a abrir baús no mapa. Segundo dados partilhados pelo leaker Leaky no X, a probabilidade é de cerca de 1,5%, ou seja, 1 em 67 baús abertos, e aplica-se a Baús normais, Baús Raros e Baús de Sprite.
A receita para tentar a sorte é simples de descrever, dolorosa de executar:
- Entra em Battle Royale com o Passe da Temporada 3 já comprado.
- Aterra em zonas com muita densidade de baús.
- Abre tudo o que vires, sem filtros.
- Reza.
Extrair o Sprite antes de morrer
Apanhar o Sprite é só meio caminho. Assim que ele cair no teu inventário, tens de ir a um Local de Extracção e tirá-lo do mapa. Se fores eliminado antes, o Sprite fica disponível para outro jogador roubar e extrair no teu lugar, e perdes tudo.
Só depois da extracção bem-sucedida é que podes voltar ao lobby em paz. No separador Passes aparece o desbloqueio de The Guardian, um Outfit que vai parar ao teu Locker. É aí que editas o piloto e equipas o Burnt Peanut como skin.
Vale a pena tentar já?
No arranque de Fortnite Runners, a percentagem de jogadores com o Burnt Peanut conta-se pelos dedos, num universo de milhões. É expectável que a Epic vá ajustando as probabilidades à medida que a temporada avança, tornando o Sprite mais comum mais perto do fim.
Se não tens paciência para abrir centenas de baús sem garantia nenhuma, o mais sensato é esperar umas semanas. Se gostas de andar à caça do improvável, agora é que o Burnt Peanut tem valor de raridade real, antes de toda a gente o ter no Locker.
Vizinho do bairro
Rita MarquesJoga LoL desde a Season 3 e escreve sobre esports há quase uma década. Vive em Lisboa, vê a LEC ao vivo sempre que pode e ainda acredita que o ADC é a posição mais difícil.
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